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domingo, 13 de dezembro de 2009



REENCARNAÇÃO



Reencarnação é uma idéia central de diversos sistemas filosóficos e religiosos, segundo a qual uma porção do Ser é capaz de subsistir à morte do corpo. Chamada consciência, espírito ou alma, essa porção seria capaz de ligar-se sucessivamente a diversos corpos para a consecução de um fim específico, como o auto-aperfeiçoamento ou a anulação do carma.


Características

A reencarnação é um dos pontos fundamentais do Espiritismo, codificado por Allan Kardec, do Hinduísmo, do Jainismo, da Teosofia, do Rosacrucianismo e da filosofia platônica. Existem vertentes místicas do Cristianismo como, por exemplo, o Cristianismo esotérico, que também admite a reencarnação.
Há referência recentes a conceitos que poderiam lembrar a reencarnação na maior parte das religiões, incluindo religiões do Egito Antigo, religiões indígenas, entre outras. A crença na reencarnação também é parte da cultura popular ocidental, e sua representação é frequente em filmes de Hollywood. É comum no Ocidente a idéia de que o Budismo também pregue a reencarnação, supostamente porque o Budismo tenha se originado como uma religião independente do Hinduísmo. No entanto essa noção tem sido contestada por fontes budistas; para mais detalhes veja renascimento.

Origens

A crença na reencarnação tem suas origens nos primórdios da humanidade, nas culturas primitivas. De acordo com alguns estudiosos, a ideia se desenvolveu de duas crenças comuns que afirmam que:
  • Os seres humanos têm alma, que pode ser separada de seu corpo, temporariamente no sono, e permanentemente na morte;
  • As almas podem ser transferidas de um organismo para outro.
Entre as tentativas de dar uma base "científica" a essa crença, destaca-se o trabalho do Dr. Ian Stevenson, da Universidade de Virgínia, Estados Unidos, que recolheu dados sobre mais de 2.000 casos em todo o mundo que evidenciariam a reencarnação. No Sri Lanka (país onde a crença é muito popular), os resultados foram bem expressivos.
Segundo os dados levantados pelo Dr. Stevenson, os relatos de vidas passadas surgem geralmente aos dois anos de idade, desaparecendo com o desenvolvimento do cérebro. Uma constante aparece na proximidade familiar, embora haja casos sem nenhum relacionamento étnico ou cultural. Mortes na infância, de forma violenta, aparentam ser mais relatadas. A repressão para proteger a criança ou a ignorância do assunto faz com que sinais que indiquem um caso suspeito normalmente sejam esquecidos ou escondidos.
Influências comportamentais (fragmentos de algum idioma, fobias, depressões etc) podem surgir, porém a associação peremptória desses fenômenos com encarnacões passadas continua a carecer de fundamentação científica consistente, sendo mais facilmente atribuíveis a outros fatores.
Dentre os trabalhos desenvolvidos por Dr. Stevenson sobre a reencarnação, destaca-se a obra Vinte casos sugestivos de reencarnação.

Reencarnação versus Metempsicose

A transmigração das almas ou metempsicose é uma teoria diferente da reencarnação, seguida por alguns adeptos de ensinamentos místicos orientais, que propõe que o homem pode reencarnar de modo não-progressivo em animais, plantas ou minerais. Esta teoria não é aceita pelos adeptos do Espiritismo, que a consideram incompatível com o conceito de evolução por vidas sucessivas.

 Reencarnação e Cristianismo

Diversos estudiosos espíritas e espiritualistas defendem que, durante os seis primeiros séculos de nossa era, a reencarnação era um conceito admitido por muitos cristãos. De acordo com eles, numerosos Padres da Igreja ensinaram essa doutrina e apenas após o Segundo Concílio de Constantinopla, em 553 d.C., é que a reencarnação foi proscrita na prática da igreja, apesar de tal decisão não ter constado dos anais do Concílio. Afirmam ainda que Orígenes (185-253 d.C.), que influenciou bastante a teologia cristã, defendeu a idéia da reencarnação,[1] além dos escritos de Gregório de Nisa (um Bispo da igreja Cristã no século IV) entre outros. Entretanto, tais afirmativas carecem de fundamentação histórico-documental. Por isso, os teólogos cristãos não só se opõem à teoria da reencarnação, como, também, à idéia de que ela era admitida pelos cristãos primitivos. Argumentam que não há referências na Bíblia, nem citações de outros Padres da Igreja, e que as próprias afirmações de Orígenes e de Gregório de Nisa aduzidas pelos estudiosos espíritas e de outras crenças espiritualistas, não são por aqueles citadas senão para as refutarem. Por outro lado, com base na análise da atas conciliares do Concílio de Constantinopla, constatam que os que ali se reuniram sequer citaram a doutrina da reencarnação - fosse para a afirmar ou para a rejeitar. Contra a reencarnação ainda cita-se Hebreus 9:27, o episódio dos dois ladrões na cruz, em Lucas 23:39-44, a parábola do rico e Lázaro, em Lucas 16:19-31 e Jó 10:21.
Passagens do Novo Testamento, como Mateus 11:12-15, 16:13-17 e 17:10-13, Marcos 6:14-15 e 18:10-12, Lucas 9:7-9, João 3:1-12 são citados por espiritualistas como evidência de que Jesus teria explicitamente anunciado a reencarnação. No entanto, tais passagens são comumente tidas como má-interpretadas (i.e. deturpadas para se adequar às vontades destes) e há estudos que mostram como suas visões acerca de tais passagens são pervertidas[2] Já sobre as manifestações de espiritos encarnados, não é difícil atribuir o fenômeno a possessão demoníaca.
Tanto a Igreja Católica como os Protestantes em geral denunciam a crença na reencarnação como herética. O Cristianismo Esotérico, por outro lado, admite e endossa abertamente a reencarnação - que é, inclusive, um dos pilares de sua doutrina. As teses reencarnacionistas, portanto, independentemente de serem corretas ou não, não encontram apoio na tradição judaico-cristã, cuja ortodoxia as considera, na verdade, importações de outras tradições, tal como o Hinduísmo e o Budismo.
Existem provas históricas de que a doutrina da reencarnação contava com adeptos no antigo judaísmo, embora somente após escrita do Talmud - não há referências a ela neste livro, tampouco se conhecem alusões em escrituras prévias. A idéia da reencarnação, chamada gilgul, tornou-se comum na crença popular, como pode ser constatado na literatura iídiche entre os judeus Ashkenazi. Entre poucos cabalistas, prosperou a crença de que algumas almas humanas poderiam reencarnar em corpos não-humanos. Essas idéias foram encontradas em diversas obras cabalísticas do século XIII, assim como entre muitos escritos místicos do século XVI. A coleção de histórias de Martin Buber sobre a vida de Baal Shem Tov inclui várias que se referem a pessoas reencarnando em sucessivas vidas.

 Reencarnação e Ciência

A crença na sobrevivência da consciência após a morte é comum e tem-se mantido por toda a história da humanidade. Quase todas as civilizações na história tem tido um sistema de crença relativo à vida após a morte. Cientificamente, entretanto, inexiste qualquer motivo para sustentar a hipótese.
As investigações científicas sobre assuntos relacionados ao pós-morte remontam particularmente ao século XIX,[3][4] e, embora continuem a ser motivo de intenso debate entre leigos, não mais despertam interesse sério na comunidade acadêmica.
A objeção mais óbvia à reencarnação é que não há nenhum processo físico conhecido pelo qual uma personalidade pudesse sobreviver à morte e se deslocar para outro corpo. Mesmo adeptos da hipótese como Stevenson reconhecem esta limitação.
Outra objeção é que a maior parte das pessoas não relembram vidas prévias. Além disso, estatisticamente, cerca de um oitavo das pessoas que "lembram" de vidas prévias se lembrariam de ter sido camponeses chineses; mas, entre os que se "lembram", a maioria lembra de situações sociais menos triviais e mais interessantes.
Alguns céticos explicam que as supostas evidências de reencarnação resultam de pensamento seletivo e falsas memórias comumente baseadas nos sistemas de crença e medos infantis dos que as relatam.
Acrescenta-se, por último, que a reencarnação é, no fundo, objeto de crença dos fiéis de determinados segmentos religiosos, da mesma forma que o é a ressurreição em outros segmentos religiosos. A ciência, como se sabe, não se presta para provar ou não a reencarnação ou a ressurreição. E isto porque, entre outros argumentos, a ciência se faz sobre um determinado recorte da relidade que pode ser provado, demonstrado, testado etc. Ressureição e reencarnação são coisas que ultrapassam eventuais demonstrações, indo aportar nos mares da fé, da crença, o que não signfica necessariamente qualquer falta de mérito de qualquer uma delas, senão que se limitam ao campo da fé.

 Experiências de quase morte

Estudos realizados em hospitais entre sobreviventes a paradas cardíacas aonde se observou o fenômeno conhecido como "experiência de quase-morte",[5] incluindo os do cardiologista holandês Pim Van Lommel,[6] demonstram achados que são compatíveis com fenômenos neurológicos causados pela hipóxia (falta de oxigênio no cérebro)[7][8][9] em pacientes nos quais a morte encefálica não foi comprovada,[10] por medicações como a quetamina[11] ou pela indução de hipóxia cerebral por alta gravidade,[12] incluindo visão em túnel, comunhão com entidades espirituais e saída do corpo, podendo ser considerados como alucinações. Cientistas e médicos relatam inúmeras experiências de quase-morte que sucederam em situações operatórias onde os pacientes estiveram em período de "inconsciência" (estado alterado de consciência, induzido por anestésicos que incluem a ketamina) ou reanimados após parada cardíaca, onde há redução da atividade cerebral, mas sem demonstração de ausência da mesma (mesmo a ausência de atividade eletroencefalográfica, ou eletroatividade, não é considerada fidedigna de ausência de atividade cerebral[10][13]). Mesmo assim, esses relatos anedóticos são freqüentemente utilizados como justificativa de que não seria possível que a experiência de quase morte fosse, portanto, originada em quaisquer funções biológicas ou quimíco-eléctricas[14] e de que a consciência sobreviveria à morte do corpo físico.[15]

 Relatos de casos

Por outro lado, há pesquisa efetuada mundialmente pelo professor de psiquiatria norte-americano da Universidade de Virgínia Ian Stevenson, desde os anos 1960, com mais de 2.500 relatos que sustentariam a reencarnação.[16][17][18]
Aqui estão alguns exemplos ilustrativos: a criança pode mostrar um gosto (ou antipatia) por certos alimentos que a personalidade prévia (des)gostava. Contrária às crenças religiosas tradicionais da família, a criança repentinamente pode rejeitar estas crenças e estritamente seguir as práticas de outra religião coerente com as crenças que a personalidade prévia possuía (p.ex., se a personalidade prévia era Hindu, a criança freqüentemente mostrará uma preferência para crenças Hindu e às vezes estritamente seguir práticas Hindus tal como não comer carne). Uma criança também pode rejeitar seus próprios pais, alegando que seus pais reais vivem na cidade natal da personalidade prévia. Algumas mostraram desejos evidentes de ir a esta cidade natal, seja por exigir que a família o levasse lá, ou por realmente fazer tentativas mal sucedidas para ir lá para encontrar-se com a família da personalidade prévia. Se a criança encontra-se com estes membros da família da personalidade prévia, ela às vezes pode declarar que é relacionada a eles num meio distinto (p.ex., se a criança encontra a filha da personalidade prévia, ela se dirigirá por seu nome específico e/ou declarar que "Você é minha filha."). Algumas crianças podem mostrar um temor incomum de certos objetos ou lugares, particularmente se parecem estar relacionados em algum modo com a morte da personalidade prévia (p.ex., se a personalidade prévia foi morta por afogamento num lago, a criança mostrará um temor de água e/ou de lagos). Algumas crianças também podem empenhar numa brincadeira que imita a ocupação da personalidade prévia (p.ex., a criança monta uma loja de brincadeira se a personalidade previamente era comerciante, a criança finge esfregar e varrer ruas com vassouras ou galhos se a personalidade era um varredor de ruas, etc.) e/ou brinca com brinquedos que de certa maneira simbolicamente se encaixam com a vida da personalidade prévia (p.ex., a criança pode ter bonecas chamadas à maneira dos próprios filhos da personalidade). E num número raro de casos, a criança pode descrever ser um membro do sexo oposto. Em muitos casos, a criança pode exibir mais que somente um destes aspectos; casos em que dois ou mais mostrados acima parecem particularmente interessantes e algo argumenta contra a possibilidade baseado nas múltiplas correspondências entre o comportamento da personalidade da criança e o da personalidade prévia (para visões gerais interessantes de todos estes e outros aspectos, vide Stevenson, 2000, e Tucker, 2005).
Os casos do tipo biológico incluem estruturas anatômicas incomuns presentes no corpo da criança (tais como marcas de nascimentos congênitas e defeitos de nascimento) que notavelmente correspondem com a localização de uma injúria, ferida, ou desmembramento ao corpo da personalidade prévia que pode ter contribuído com a sua morte. Em alguns casos bem interessantes, isto não é limitado a somente uma estrutura anatômica coincidente (que pode ocorrer apenas por puro acaso), mas estruturas múltiplas no corpo da criança, e às vezes vir juntas com memórias de renascimento (Pasricha, 1998; Stevenson, 1997; Tucker, 2005). Um avanço interessante com referência a estes casos é que seu número informado aumentou desde o livro de Stevenson (1997) sobre eles. Em um caso recente, Keil e Tucker (2000) descrevem uma longa marca de nascimento através da perna direita de um rapaz burmês que notavelmente correspondeu à localização de uma tira fixa de paraquedas. Isto é notável porque acreditou-se que o rapaz talvez fosse a reencarnação do primeiro marido da sua mãe, que era soldado que morreu num exercício de paraquedismo de noite aproximadamente três anos antes do rapaz nascer. Escoriações menores foram notadas na perna direita do soldado (presumivelmente sofridas enquanto tornava-se apertadamente emaranhado nas tiras do pára-quedas enquanto lutava por libertar-se para evitar de afogar-se depois que tinha aterrissado num lago) que corresponderam a marcas de amarras com corda na perna direita do rapaz, e o rapaz também pareceu mostrar memórias vagas de renascimento da morte trágica do soldado quando tinha 3 anos a 5 anos [p.ex., o rapaz falou sobre "vir do céu" (p. 1069), estar emaranhado em cordas, e morrer numa lagoa]. Semelhantemente, o Dr. Stevenson (2001) informou um caso envolvendo uma criança com marcas de nascimentos como cordas ao longo da coxa superior e tornozelos que pareciam corresponder aos locais onde uma corda foi amarrada no corpo da personalidade prévia dobrando-o após ter sido assassinada de modo que seu corpo pudesse ser liquidado arremessando-o para o fundo de um poço. Neste caso também a criança pareceu ter alguma memória da morte da personalidade e da disposição subseqüente do seu corpo. Mais recentemente, Pasricha et al. (2005) informaram 12 casos do tipo reencarnação em que deformações corpóreas foram achadas corresponderem com feridas ou desmembramentos ao corpo da personalidade prévia (8 casos envolvendo anomalias de pele tal como marcas e áreas enrugadas de pele, e 4 casos envolvendo membros do corpo mal formados ou faltantes). Como mencionado, enquanto o acaso pode desempenhar um papel na formação de marcas e defeitos de nascimento no corpo, múltiplos casos de correspondência parecem menos atribuíveis ao acaso e são assim mais interessantes.
Note-se que a crença de que o corpo físico de alguém apresentaria marcas "explicáveis" por acontecimentos ocorridos em vidas passadas não se coaduna bem com a idéia costumeira, implícita na crença - não estudada - na reencarnação, de que corpo e alma são independentes. No entanto, ao explicarmos os narrativas levando-se em conta o Perispírito, veremos que os casos relatados representam fielmente a Doutrina espírita sistematizada cientificamente por Allan Kardec.



9 comentários:

  1. EU ACHEI O MAXIMO,ME ESINOU MUITA COISA QUE EU NÃO SABIA.
    THAYNA N:34 8B TARDE ( CREUSA DO CARMO ROCHA)

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  2. Maria Daiane n°29 8°ano A manhã escola:Creusa
    eu acredito muito em ressureição pq Jesus ressucitou e assim se Jesus ressusitou isso é uma prova de que a ressureição e acontece só que eu acho que a ressureição só acontce pela vontade de Deus.

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  3. Muito legal a abordagem do senhor pois o texto fala muito bem sobre o assunto Reencarnação e eu acho que a Reencarnãção existe pois tem gente que se parece muito com a outra que ja morreu ou que ñ morreu.Adriel nunes 8 ° a manha ccr manha.N° 01

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  4. Gostei muito da sua abordagem pos é um assunto muito importante.Pela minha opinião existe mas tem gente que descorda.Amarilio raulino 8°a manha ccr n° 24

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  5. alex rodrigues, 8ºa, nº1, manha,dom lustosa,eu gostei do tema aborda porque ele fala sobre a reencarnação uma coisa eu acredido que ajenti pode reencarna em outro corpo isso e so minha fe que eu tenho que ajenti pode reencarna poriso que eu gostei desse tema e vou tenta aprende mais sobre ele.

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  6. Ygor Lima 8°B Tarde N°32 Dom Lustosa

    Eu gostei muito sobre esse temm porque ele nos encina como e a reencarnaçao.Eu aprendi muitas coisas nesse tema antes eu não sabia o que era isso mas agora eu sei.Muito Bom

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  7. Eu gosto desses assunto de reencarnação porque e muito interessante,você morre e encorpora outra pessoa somente com a sua alma.Eu acho isso legal.


    Nome:Antonio Henrique Azevedo Carneiro
    Escola:Dom Lustosa
    Turma:8º B
    Turno:Tarde
    Nº:06

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  8. Raul Martins Barbosa/N°34/9°A Tarde/CCR/07/10/2012
    Pra mim a ressurreição retrata um só núcleo que é a ressurreição de Jesus Cristo,e mostra como um ser sem pecados é tratado em relação a Deus e como é lembrado por todos como um exemplo.
    Mas na minha opinião eu acho que a ressurreição para os humanos não é disponível(por assim dizer)porque todo o ser humano mesmo não tendo nenhum mal no coração é pecador pois Deus mandou seu filho único a Terra para morrer por nos e deis de então os humanos se tornaram eternos pecadores.

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  9. Na minha opinião a idéia de reencarnação apresenta poucas evidências e justificativas de que é verdadeira portanto não tenho crenças concretas nessa filosofia
    Antonio Micaias Silva de Sousa Nº5 8ºA manhã CMES Dom Lustosa

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